domingo, 23 de outubro de 2016

Seriação e Classificação

No início do ano letivo trabalho com meus alunos o nome próprio, separamos os nomes pela quantidade de letras. O aluno deve contar quantas letras tem o seu nome e colar na coluna correspondente ao número. Também trabalhamos o gráfico com o número com mais nomes e os com menos nomes. 
Nesta atividade trabalho a classificação e seriação, estudos feitos nesta interdisciplina e que não havia percebido que trabalhava também estes dois conteúdos.

Encorajar a criança a estar alerta e colocar todos os tipos
de objetos, eventos e ações em todas as espécies
de relações. A pensarem sobre números e quantidades
de objetos quando estes sejam significativos para elas.
Encorajar a criança a quantificar objetos logicamente e
a comparar conjuntos e a fazer conjuntos com objetos
móveis. (Kamii, 1986, p.16).
                                          

domingo, 16 de outubro de 2016

Falando da minha experiência

Sempre gostei de matemática e trabalhar com os pequenos é muito prazeroso. Adoro trabalhar com jogos para ensinar os meus alunos.
Logo no início da minha caminhada como professora sempre usava o método tradicional para ensinar, sem usar o lúdico, mas com os pequenos não existe melhor maneira de ensinar. Gosto de montar jogos para trabalhar as cores, quantidades, adição e subtração.
Acredito que está foi uma das experiências mais interessantes para ensinar matemática, e como fico feliz em ver que mudei para melhor, pois enfrentei obstáculos com os pais e direção para trabalhar o lúdico, mas consegui sair vencedora dessa "batalha".

domingo, 9 de outubro de 2016

Escolas Gaiolas e Escolas Asas

Lendo o texto de Rubem Alves "Escolas Asas e Escolas Gaiolas" percebi que estamos na metade do caminho. Metade do caminho porque durante a leitura me lembrei de quando cursava magistério há quase 20 anos e das aulas de português que eram totalmente gaiolas. Minha professora ditava 50 palavras todos os dias que me dava aula e cada palavra errada tinha que escrever 100 vezes no caderno de palavras corretas.
Pensando nesta aula de português fiquei muito feliz por termos evoluído, por estarmos buscando o melhor, por estarmos tentando atravessar a ponte que separa as escolas gaiolas das escolas asas. Ainda estamos longe dos voos altos, mas já conseguimos sobrevoar pequenas áreas deixando que nossos alunos mostrem o que sabem e a partir daí buscar novos conhecimentos.

segunda-feira, 19 de setembro de 2016

Primeira atividade Seminário Integrador IV

Na primeira aula do 4º semestre conversamos sobre o portfólio e a importância do registro das aprendizagens.

1)Qual o significado atual do portfólio?
É o lugar onde registramos e compartilhamos nossas aprendizagens e as relacionamos com as nossas práticas.

2)Houve alguma mudança na sua forma de entendê-lo e nas suas postagens?
Sim, houve muitas mudanças, entre elas o modo como escrevemos e registramos nossas aprendizagens, nos apropriando dos conteúdos e “conversando” com os autores.

3)O que se aprende nessa escrita?
A partir desta escrita vamos construindo o conhecimento e formando uma rede de aprendizagens onde a escrita evolui continuamente.

4)Que dificuldades envolvem essa escrita?

A maior dificuldade ainda é relacionar o aprendizado com a nossa prática em sala de aula, expressando o conhecimento na forma escrita.

domingo, 10 de julho de 2016

Aprendendo com fábulas

     Lendo o texto "A Narrativa Fabulística - A fábula na sala de aula percebi que todos os dias aprendemos mais, e lendo este texto não foi diferente, relacionei aqui alumas aprendizagens:
  •     O que é uma fábula? Os antigos diziam que fábula é uma história mentirosa que mostra uma verdade. Nunca teria  pensado nesta resposta. As fábulas mostram pontos de vista sobre comportamentos humanos. Ou seja, recomendam certos comportamentos e censuram outros, que devem ser evitados. Esse ponto de vista – ou opinião – costuma ser explicitado(a) no início ou no fim das fábulas e é chamado lição ou moral.
  •          Outro aprendizado foi que até a 4º série do ensino fundamental a reescrita depois da audição de um texto funciona melhor do que a reescrita depois da leitura. Por quê? Porque, depois da leitura, muitas vezes a criança continua tendo acesso ao texto, o que pode levá-la a consultá-lo, a relê-lo. Assim, em lugar de reconstruir mentalmente o texto e reescrevê-lo “com suas palavras” – como se costuma dizer –, a criança pode se sentir atraída a copiar o texto ou, pelo menos, alguns de seus trechos.
  •         É mais fácil para a criança expressar raiva brincando de ser um jacaré raivoso do que brincar de criança raivosa e, mais ainda, admitir que ela mesma tem sentimentos negativos.

sexta-feira, 8 de julho de 2016

Trabalhando poemas

Foi muito bom trabalhar o poema com meus alunos, foi uma maneira diferente de ensinar, divertida e que chamou muito a atenção dos pequenos. Os alunos adoraram recitar o poema em grupos (com a ajuda da professora). 
Durante a realização das atividades com o poema As Borboletas de Vinicius de Moraes houve resistência dos alunos em pintar a borboleta de preto, ninguém quis pintar toda a borboleta nesta cor, quando fiz o questionamento do porquê alguns responderam que não gostam de preto e outros que não gostam da escuridão. Após está atividade percebi que preciso trabalhar mais as cores, as raças e explorar mais com meus alunos a importância de cada uma, pois nem mesmo as crianças negras quiseram pintar de preto.




O perigo de uma história única

Olhando o vídeo de "O perigo de uma história única" pude perceber o quanto rotulamos as crianças ou os lugares mesmo sem sabermos a história completa como diz a palestrante Chimamanda Adichie "A única história cria estereótipos e o problema com estereótipos, não que eles sejam mentiras e sim incompletos. Eles fazem uma história tornar-se a única história." Por isso a importância de conhecermos todos os lados, tentar entender o aluno para que haja um equilíbrio de histórias, e dessa maneira um trabalho melhor.
Devemos começar uma história diferente para termos um resultado diferente, isso também vale para as leituras realizadas em sala de aula, se lermos para nossos alunos só histórias com crianças brancas de olhos azuis, com famílias perfeitas estamos omitindo as outras realidades que também são felizes, mas não como os contos de fada de antigamente. 
Para haver inclusão devemos contar outras histórias com crianças surdas, cegas, com deficiências físicas, para que estas histórias também mostrem o seu lado, como fala a palestrante "Quando nós rejeitamos uma única história, quando percebemos que nunca há apenas uma história sobre nenhum lugar ou pessoa, nós conquistamos um tipo de paraíso."