domingo, 13 de novembro de 2016

A diferença entre o ver e o olhar

Através das leituras realizadas entendi a diferença do ver e olhar. 
O ver é mais reflexivo, mais demorado. O ver da comunidade escolar, o empenho e interesse da mesma em realizar as atividades propostas pela escola. O ver do professor que busca ensinar através do que o aluno sabe, da leitura de mundo do aluno.
O olhar é mais superficial, mais rápido, mais desatento, olho mas não me aproprio do conteúdo, do que está acontecendo ao meu redor, apenas damos aula sem buscar o conhecimento já adquirido pelos alunos.
Precisamos ver mais e olhar menos para que tenhamos mais sucesso nos ensinamentos e aprendizagens.

sábado, 5 de novembro de 2016

Continuando seriação e classificação...

Para trabalhar a seriação e classificação uma das justificavas é como diz o autor (Danyluk, 1997, p. 12) "A alfabetização matemática é um fenômeno que trata da compreensão, da interpretação e da comunicação dos conteúdos matemáticos ensinados na escola tidos como iniciais para a construção do conhecimento matemático. Ser alfabetizado em matemática, então, é compreender o que se lê e escrever o que se compreende a respeito das primeiras noções de lógica, de aritmética e geometria. Assim, a escrita e a leitura das primeiras ideias matemáticas podem fazer parte do contexto de alfabetização", para estas primeiras noções devemos trabalhar de forma lúdica, incentivando a aprendizagem através dos jogos e brincadeiras para que o aluno possa formar os conceitos de alfabetização matemática.

domingo, 23 de outubro de 2016

Seriação e Classificação

No início do ano letivo trabalho com meus alunos o nome próprio, separamos os nomes pela quantidade de letras. O aluno deve contar quantas letras tem o seu nome e colar na coluna correspondente ao número. Também trabalhamos o gráfico com o número com mais nomes e os com menos nomes. 
Nesta atividade trabalho a classificação e seriação, estudos feitos nesta interdisciplina e que não havia percebido que trabalhava também estes dois conteúdos.

Encorajar a criança a estar alerta e colocar todos os tipos
de objetos, eventos e ações em todas as espécies
de relações. A pensarem sobre números e quantidades
de objetos quando estes sejam significativos para elas.
Encorajar a criança a quantificar objetos logicamente e
a comparar conjuntos e a fazer conjuntos com objetos
móveis. (Kamii, 1986, p.16).
                                          

domingo, 16 de outubro de 2016

Falando da minha experiência

Sempre gostei de matemática e trabalhar com os pequenos é muito prazeroso. Adoro trabalhar com jogos para ensinar os meus alunos.
Logo no início da minha caminhada como professora sempre usava o método tradicional para ensinar, sem usar o lúdico, mas com os pequenos não existe melhor maneira de ensinar. Gosto de montar jogos para trabalhar as cores, quantidades, adição e subtração.
Acredito que está foi uma das experiências mais interessantes para ensinar matemática, e como fico feliz em ver que mudei para melhor, pois enfrentei obstáculos com os pais e direção para trabalhar o lúdico, mas consegui sair vencedora dessa "batalha".

domingo, 9 de outubro de 2016

Escolas Gaiolas e Escolas Asas

Lendo o texto de Rubem Alves "Escolas Asas e Escolas Gaiolas" percebi que estamos na metade do caminho. Metade do caminho porque durante a leitura me lembrei de quando cursava magistério há quase 20 anos e das aulas de português que eram totalmente gaiolas. Minha professora ditava 50 palavras todos os dias que me dava aula e cada palavra errada tinha que escrever 100 vezes no caderno de palavras corretas.
Pensando nesta aula de português fiquei muito feliz por termos evoluído, por estarmos buscando o melhor, por estarmos tentando atravessar a ponte que separa as escolas gaiolas das escolas asas. Ainda estamos longe dos voos altos, mas já conseguimos sobrevoar pequenas áreas deixando que nossos alunos mostrem o que sabem e a partir daí buscar novos conhecimentos.

segunda-feira, 19 de setembro de 2016

Primeira atividade Seminário Integrador IV

Na primeira aula do 4º semestre conversamos sobre o portfólio e a importância do registro das aprendizagens.

1)Qual o significado atual do portfólio?
É o lugar onde registramos e compartilhamos nossas aprendizagens e as relacionamos com as nossas práticas.

2)Houve alguma mudança na sua forma de entendê-lo e nas suas postagens?
Sim, houve muitas mudanças, entre elas o modo como escrevemos e registramos nossas aprendizagens, nos apropriando dos conteúdos e “conversando” com os autores.

3)O que se aprende nessa escrita?
A partir desta escrita vamos construindo o conhecimento e formando uma rede de aprendizagens onde a escrita evolui continuamente.

4)Que dificuldades envolvem essa escrita?

A maior dificuldade ainda é relacionar o aprendizado com a nossa prática em sala de aula, expressando o conhecimento na forma escrita.

domingo, 10 de julho de 2016

Aprendendo com fábulas

     Lendo o texto "A Narrativa Fabulística - A fábula na sala de aula percebi que todos os dias aprendemos mais, e lendo este texto não foi diferente, relacionei aqui alumas aprendizagens:
  •     O que é uma fábula? Os antigos diziam que fábula é uma história mentirosa que mostra uma verdade. Nunca teria  pensado nesta resposta. As fábulas mostram pontos de vista sobre comportamentos humanos. Ou seja, recomendam certos comportamentos e censuram outros, que devem ser evitados. Esse ponto de vista – ou opinião – costuma ser explicitado(a) no início ou no fim das fábulas e é chamado lição ou moral.
  •          Outro aprendizado foi que até a 4º série do ensino fundamental a reescrita depois da audição de um texto funciona melhor do que a reescrita depois da leitura. Por quê? Porque, depois da leitura, muitas vezes a criança continua tendo acesso ao texto, o que pode levá-la a consultá-lo, a relê-lo. Assim, em lugar de reconstruir mentalmente o texto e reescrevê-lo “com suas palavras” – como se costuma dizer –, a criança pode se sentir atraída a copiar o texto ou, pelo menos, alguns de seus trechos.
  •         É mais fácil para a criança expressar raiva brincando de ser um jacaré raivoso do que brincar de criança raivosa e, mais ainda, admitir que ela mesma tem sentimentos negativos.