Nesta semana iniciamos o VI semestre e o tema geral do mesmo será a diversidade, pensando na diversidade lembro da minha turma de 1° ano e no quanto os meus pequenos são diferentes e especiais.
São diferentes pela maneira que se expressam, pela maneira que aprendem, pelo jeitinho que cada um mostra a alegria de estar na escola, claro que nem todo o tempo é só alegria e são nestes momentos de conflitos que percebemos a importância de aceitar as diferenças de cada um e a respeitar a opinião do colega. Trabalhar a diversidade desde a infância é muito importante para termos um mundo sem preconceito, respeitando a identidade de cada ser.
A cada dia percebo que a turma fica mais entrosada e harmoniosa, e que cada um tenta ajudar da sua maneira. Acredito que está turma, até hoje na minha carreira, está sendo umas das mais difíceis de trabalhar, mas sei que estamos aprendendo muito com as diferenças de cada um.
domingo, 3 de setembro de 2017
Diversidade
domingo, 16 de julho de 2017
Conselho Escolar - Processos Coletivos e Participativos
Uma escola democrática implica no fortalecimento do exercício da Cidadania.
O Conselho Escolar é um dos mecanismos presentes na escola, que contribuem para a efetivação da democracia nas unidades de ensino. Este modelo de gestão implica novos modelos de organização, baseados em uma dinâmica que favoreça os processos coletivos e participativos de decisão.
É fator determinante para uma efetiva atuação do Conselho Escolar que este seja participativo e transparente em suas ações e procedimentos. Não basta a simples junção de pessoas para se dizer que existe um Conselho Escolar. Ele cria vida e movimento quando existe um processo sistêmico e orgânico, favorecendo o desenvolvimento integral da comunidade escolar, através da participação integral de seus membros.
Os Conselhos Escolares que buscamos são atuantes, com cidadãos críticos e conscientes, que fortaleçam a autonomia da escola.
A democratização da gestão escolar implica o aprendizado e a vivência do exercício de participação e tomadas de decisões. Trata-se de um processo a ser construído coletivamente e que deve considerar a especificidade e as condições sócio-históricas de cada escola, município e região.
O processo de participação não se efetiva por decreto, portarias ou resoluções, mas é, acima de tudo, resultante das concepções de gestão, participação e de condições objetivas para o trabalho coletivo.
O Conselho Escolar é um organismo colegiado composto pela representação de estudantes, pais, professores e servidores, eleitos em pleito específico, tendo o(a) diretor(a) da escola como membro nato.
O Conselho Escolar mobiliza, opina, decide e acompanha a vida pedagógica, administrativa e financeira da escola, exercendo o controle social da educação e desempenhando as seguintes funções: normativa, consultiva, deliberativa, fiscalizadora, mobilizadora e de unidade executora.
Sendo assim, a participação efetiva da comunidade escolar na gestão pedagógica, administrativa e financeira fortalece o Conselho Escolar e legitima a gestão democrática da escola.
Fonte: http://servicos.educacao.rs.gov.br/pse/html/conselhos_escolares.jsp?ACAO=acao1
Rede de aprendizagens
Os mapas
conceituais e os projetos pedagógicos em ação resultam numa rede de
aprendizagens, e o quanto é importante essa rede para o compartilhamento das
aprendizagens.
“Agora sim, está em nossas mãos a derrubada dos muros para fazer conexões com o mundo, a criação do espaço para a arte e a poesia, o tempo para o diálogo amigo, o trabalho cooperativo, a discussão coletiva, a partilha dos sentidos. Está em nossas mãos a construção de uma escola mais feliz. Feita por mestres e alunos que saibam, juntos, propor links e janelas para a sala de aula. Onde aprender não seja uma tarefa árdua e penosa, mas, sim, uma aventura” (RAMAL, 2000, p. 2)
Derrubando esses muros e criando teias para a aprendizagem com certeza conseguiremos resultados positivos em relação aos alunos.
Fonte: http://portaldoprofessor.mec.gov.br/storage/materiais/0000017103.pdf
Professor reflexivo
Ser
reflexivo é pensar, o professor sendo pensante busca o melhor para seus alunos,
uma maneira de introduzir as aprendizagens, e como diz o texto o professor
reflexivo se coloca no lugar dos alunos e assim busca o melhor, entendendo o
que está dando certo ou não com a turma, temos que olhar além da sala de aula. Segundo Alarcão, p.3:
"Aceita-se o sujeito em formação, quer ele seja o professor ou o aluno, como pessoa que pensa, e dá-se-Ihe o direito de construir o seu saber. Valoriza-se a experiência como fonte de aprendizagem, a metacognição como processo de conhecer o próprio modo de conhecer e a metacomunicação como processo de avaliar a capacidade de interagir. Reconhece-se a capacidade de tomar em mãos a própria gestão da aprendizagem."Através do nosso curso, com as interdisciplinas percebo que passei a ser mais reflexiva, pois percebo a hora de trocar, se estou no caminho certo e se entendo que não aprendo com meus erros e tento buscar sempre o melhor.
quinta-feira, 13 de julho de 2017
Avaliação na educação infantil
A avaliação é um fenômeno que ocorre em diversas esferas da vida humana, em
qualquer situação em que se faz necessário um julgamento de valor, uma tomada de decisão.
Não se restringe, portanto, ao contexto escolar, mas exerce aí um papel de fundamental
importância, na medida em que visa contribuir para o alcance dos objetivos educacionais. A
avaliação possibilita o repensar de todo o processo educativo, com a finalidade principal de
viabilizar o alcance dos objetivos educacionais, especialmente relacionados à aprendizagem.
De acordo com Abramowicz
(1996), a experiência de avaliação faz parte de nossa vida, visto que na atual sociedade somos
sempre chamados a julgar e constantemente estamos analisando e apreciando tudo que nos
cerca. Nesta perspectiva, a avaliação em sentido lato, é parte da vida cotidiana. Mesmo sem
recorrer a procedimentos formais todos nós fazemos continuamente julgamentos avaliativos
sobre a ampla gama das atividades humanas.
A avaliação no contexto escolar realiza-se segundo objetivos escolares implícitos
ou explícitos, que, por sua vez, refletem valores e normas sociais. Em qualquer nível de
ensino em que ocorra, a avaliação não existe e não opera por si mesma; está sempre a serviço
de um projeto ou de um conceito teórico, ou seja, é determinada pelas concepções que
fundamentam a proposta de ensino (CHUEIRI, 2008).
Na educação infantil, a avaliação não tem o propósito de promoção, pode
facilitar a percepção do professor no sentido de utilizá-la como um instrumento para refletir
sobre sua prática e sobre o processo de desenvolvimento infantil, já que não precisa ter a
preocupação com a nota. Por outro lado, pode deixá-lo confuso em relação aos objetivos de
avaliar e, muitas vezes, restringir-se ao preenchimento de fichas, cumprindo mais uma função
burocrática que propriamente pedagógica.
A avaliação, como revela Zabalza (2006) é importante em qualquer etapa
educativa, pois se trata de um componente particularmente sensível de qualquer proposta
curricular e exige uma competência especial dos profissionais da educação. O autor denuncia
que falta uma cultura da avaliação na educação infantil, entendida como um processo que
obriga os educadores a rever suas ideias e práticas, ao mesmo tempo em que aponta para a
necessidade da tomada de consciência dos pontos fortes e fracos da atuação docente.
Nos termos das Diretrizes nacionais, as instituições de Educação Infantil devem
criar procedimentos para acompanhamento do trabalho pedagógico e para avaliação do
desenvolvimento das crianças, sem objetivo de seleção, promoção ou classificação,
garantindo:
- A observação crítica e criativa das atividades, das brincadeiras e interações das crianças no cotidiano;
- Utilização de múltiplos registros realizados por adultos e crianças (relatórios, fotografias, desenhos, álbuns etc.);
- A continuidade dos processos de aprendizagens por meio da criação de estratégias adequadas aos diferentes momentos de transição vividos pela criança (transição casa/instituição de Educação Infantil, transições no interior da instituição, transição creche/pré-escola e transição pré-escola/Ensino Fundamental);
- Documentação específica que permita às famílias conhecer o trabalho da instituição junto às crianças e os processos de desenvolvimento e aprendizagem da criança na Educação Infantil;
- A não retenção das crianças na Educação Infantil.
Conforme destaca Moura (2007, p. 13), a avaliação na Educação Infantil tem um
caráter diferenciado, pois a reprovação não é uma prática amparada legalmente. A avaliação,
nesta perspectiva, deve ter seu foco no desenvolvimento infantil, constituindo um momento
de reflexão sobre a prática, a fim de possibilitar novas estratégias que possam garantir assim a
aprendizagem e o desenvolvimento dessas crianças.
quarta-feira, 12 de julho de 2017
O que é conselho escolar?
Em uma das atividades da interdisciplina de organização e gestão da educação sobre o conselho escolar me questionei sobre o que era, nunca tinha escutado falar em conselho escolar nas duas escolas em que trabalho. Consegui tirar minhas dúvidas na aula presencial desta interdisciplina onde a professora Rosária e Larisa explicaram mais sobre o assunto.
O conselho escolar em uma das escolas em que trabalho tem o nome de APM, por isso o motivo de eu nunca ter ouvido nada e nem do que se tratava.
O Conselho Escolar é o órgão máximo para a tomada de decisões realizadas no interior de uma escola. Este é formado pela representação de todos os segmentos que compõem a comunidade escolar, como: alunos, professores, pais ou responsáveis, funcionários, pedagogos, diretores e comunidade externa.
Cada Conselho Escolar tem suas ações respaldadas através do seu próprio Estatuto, que normatiza a quantidade de membros, formas de convocação para as reuniões ordinárias e extraordinárias, como é realizado o processo de renovação dos conselheiros, dentre outros assuntos que competem a essa instância.
Neste sentido, cabe aos conselhos escolares:
- deliberar sobre as normas internas e o funcionamento da escola;
- participar da elaboração do Projeto Político-Pedagógico;
- analisar e aprovar o Calendário Escolar no início de cada ano letivo;
- analisar as questões encaminhadas pelos diversos segmentos da escola, propondo sugestões;
- acompanhar a execução das ações pedagógicas, administrativas e financeiras da escola e;
- mobilizar a comunidade escolar e local para a participação em atividades em prol da melhoria da qualidade da educação, como prevê a legislação.
Análise das postagens
Com o trabalho da interdisciplina do seminário integrador V tive a certeza da importância de fazer um trabalho com quem nos identificamos, quando a dupla é escolhida por sorteio e não por afinidade o trabalho fica atrasado, uma das partes fica constrangida em perguntar sobre o trabalho para o outro e na verdade a aprendizagem não ocorre da mesma maneira. Espero que nos próximos semestres possamos escolher com quem fazer os trabalhos.
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