Na primeira aula de ciências o professor fez uma experiência aguçando a nossa curiosidade para tentar entender o que acontecia com o saco que era furado e a água não vazava e nos propôs que fizéssemos uma experiência com nossos alunos, fiz a experiência da alusão inversa.
Ingredientes: desenhos em um papel, copo de vidro e água.
Instruções: escreva ou desenhe o que quiser no papel. Coloque-o atrás do copo de vidro e em seguida encha o copo de água. O desenho deve se inverter.
Para fazer está experiência fiz setas no papel e escrevi palavras simples, quando mostrei para os alunos ficaram espantados. Perguntei se alguém sabia por que isso acontecia e alguns disseram que era mágica, outros que era a água que fazia mudar a direção. Eles escreveram palavras e colocaram atrás do copo para mostrar para os colegas a "mágica".
Através desta experiência tive mais certeza do quanto é importante aguçar a curiosidade do aluno para que a aprendizagem aconteça.
domingo, 18 de dezembro de 2016
Brasileiros perdem 3x mais tempo copiando conteúdo do que o país referência da América Latina
Tanto no momento da alfabetização, quanto nas séries mais avançadas é comum observarmos a utilização da cópia no processo de aprendizagem.
Enquanto para os menores a atividade acaba sendo utilizada pela repetição constante de determinadas palavras ou exercitação mecânica para memorização ou treino ortográfico. Entre os alunos mais velhos a prática geralmente acontece pela reaplicação de atividades dos livros didáticos, ou transcrição de conteúdo disponibilizado pelo professor unicamente através da escrita no quadro, sem possibilidade de material de apoio disponível.
A tática, entretanto, acaba sendo bastante questionada por pesquisadores da área. Buscando compreender porque estudantes cubanos geralmente obtinham desempenhos melhores quando comparados a outros países da América Latina, um economista americano realizou um estudo entre 36 escolas de Cuba, Chile e Brasil.
Entre os resultados, uma das conclusões do estudo verificou que o tempo de cópia em território nacional é o triplo do que o registrado nas salas de aula cubanas, colocando em cheque a utilização desse método.
É interessante observamos, portanto, que a utilização pedagógica da cópia só deve acontecer quando seu propósito resultar, de fato, na aprendizagem do aluno.
No caso dos alunos mais novos, se a tática favorece o desempenho de escrita e leitura, não se tratando apenas de uma transcrição vazia para preenchimento de tempo, ela pode acontecer sem grandes problemáticas.
No caso dos estudantes mais velhos, porém, o processo de cópia geralmente está ligado apenas a falta de material de suporte adequado, e interfere no tempo dedicado pelo professor a transmissão de fato dos conhecimentos da matéria.
Nessa hipótese, a melhor saída é o desenvolvimento de material pedagógico que otimize a construção do conhecimento em sala.
Lendo está reportagem percebi o quanto é fundamental a atualização do professor, devemos sempre estar nos aperfeiçoando para dar o melhor para o aluno. Trabalho com os pequenos e sei o quanto é importante a aprendizagem através do lúdico, sem o uso pertinente da cópia, buscar o conhecimento do aluno e o seu interesse, aulas dinâmicas e em grupo para chamar a atenção dos mesmos e o professor que não se atualiza, que não busca outros métodos fica na mesmice e não progride na aprendizagem dos alunos.
Fonte: https://www.escribo.com.br/estatisticas-sobre-sala-de-aula/
Fonte: https://www.escribo.com.br/estatisticas-sobre-sala-de-aula/
sábado, 17 de dezembro de 2016
Espaço e forma na educação infantil: relato de uma experiência com professores atuantes em formação
Trabalho
com uma turma de 1º ano, e as crianças quando chegam no início do ano letivo
faço uma sondagem através de brincadeiras para saber o que os mesmos já sabem,
e a maioria deles não tem noção sobre lateralidade e orientação espacial, percebo
que isto não é trabalhado. Acredito que muitos professores estão preocupados em
alfabetizar os pequenos ao invés de brincar com o que realmente é importante
para a aprendizagem da criança, pois a alfabetização não é papel da educação
infantil.
As
brincadeiras que realizo com meus alunos para adquirirem o conhecimento sobre
lateralidade e orientação espacial são de circuito, onde devem caminhar e
correr pelo lado direito, depois pelo esquerdo, pular dentro dos bambolês,
pular a sapata com os números até 10. Também faço atividades onde devem marcar
o objeto que está em cima da mesa, embaixo da mesa, ao lado da mesa, recortar e
colar objetos nas prateleiras correspondentes.
Para
trabalhar as formas utilizo jogos de encaixe, formar desenhos com as figuras geométricas,
labirintos por onde só podemos pisar na figura indicada pela professora,
alinhavo das figuras.
A
leitura do texto “Espaço e forma na educação infantil: relato de uma
experiência com professores atuantes em formação” foi de grande importância,
pois com o mesmo adquiri novos conhecimentos para trabalhar a lateralidade e as
formas geométricas.
Projeto de Aprendizagem
Quando o professor Credine lançou esse projeto fiquei na dúvida se iria gostar, pois não sabia bem do que se tratava, mas depois das primeiras pesquisas realizadas comecei a entender e gostar deste projeto.
Ao chegar em casa após a aula pesquisei sobre projetos de aprendizagem, o projeto de aprendizagem é uma pedagogia construtivista que tem como propósito promover aprendizado profundo através de um enfoque baseado em indagações para engajar os alunos com questões e conflitos que sejam ricos, reais e relevantes a suas vidas e percebi que é um método de trabalho muito interessante.
Acredito que vai ser um bom e dedicado trabalho feito por mim e minha colega Lucimar.
https://www.google.com.br/?gws_rd=ssl#q=projetos+de+aprendizagem
sábado, 10 de dezembro de 2016
A importância do planejamento para alfabetização
Para
uma boa aprendizagem da criança o principal é termos um bom planejamento.
Primeiro passo é conhecer o aluno, fazer uma avaliação para saber o que cada um
sabe, pois cada
um tem a sua própria forma de pensar, lidar com as suas coisas sozinho. Não existe
uma forma de fazer, cada um tem a sua maneira de fazer o que não quer dizer que
a maneira de cada um esteja errada, cada criança tem o seu tempo. Conhecer o que os alunos sabem com certeza ajuda a entender melhor o porquê que algumas
crianças não aprendem.
Muitas crianças não aprendem pois não tiveram
contato com os livros, histórias, pinturas e que temos que dar essa
oportunidade para interagirem com o mundo das letras através das brincadeiras,
do lúdico. Ter a leitura deleite diária, o cantinho da leitura na sala de aula é
importante para esse contato. Trabalhar com músicas que as crianças gostam
também é uma maneira para que a aula se torne prazerosa e que os mesmos se
envolvam mais com a aprendizagem.
Através das avaliações diárias vou
desenvolvendo projetos para que a criança
vá se apropriando do SEA (sistema de escrita alfabético), como exemplo a
sacola da leitura, onde o aluno lê com a família um livro que escolheu na sacola
e conta no outro dia para turma, encenações das histórias contada pela
professora, textos fatiados e reescritas das histórias com destaque das palavras
chaves, diferenciando vogais e consoantes, letra inicial e final das palavras.
Na matemática para trabalhar SND (sistema de
numeração decimal) quando faço a sondagem na turma no início do ano letivo
trabalho o nome próprio, separamos os nomes pela quantidade de letras. O aluno
deve contar quantas letras tem o seu nome e colar na coluna correspondente ao número. Também trabalhamos o
gráfico com o número com mais nomes e os com menos nomes.
Algumas atividades de matemática que faço com meus
alunos é a contagem com tampinhas, palitos de picolé coloridos(pelos alunos),
brincadeiras de sapata, árvore da adição, bingo dos números e trilhas com
adição e subtração.
domingo, 13 de novembro de 2016
A diferença entre o ver e o olhar
Através das leituras realizadas entendi a
diferença do ver e olhar.
O
ver é mais reflexivo, mais demorado. O ver da comunidade escolar, o empenho e
interesse da mesma em realizar as atividades propostas pela escola. O ver do professor
que busca ensinar através do que o aluno sabe, da leitura de mundo do aluno.
O
olhar é mais superficial, mais rápido, mais desatento, olho mas não me aproprio
do conteúdo, do que está acontecendo ao meu redor, apenas damos aula sem buscar
o conhecimento já adquirido pelos alunos.
Precisamos
ver mais e olhar menos para que tenhamos mais sucesso nos ensinamentos e
aprendizagens.
sábado, 5 de novembro de 2016
Continuando seriação e classificação...
Para trabalhar a seriação e classificação uma das justificavas é como diz o autor (Danyluk, 1997, p. 12) "A alfabetização matemática é um fenômeno que trata da compreensão, da interpretação e da comunicação dos conteúdos matemáticos ensinados na escola tidos como iniciais para a construção do conhecimento matemático. Ser alfabetizado em matemática, então, é compreender o que se lê e escrever o que se compreende a respeito das primeiras noções de lógica, de aritmética e geometria. Assim, a escrita e a leitura das primeiras ideias matemáticas podem fazer parte do contexto de alfabetização", para estas primeiras noções devemos trabalhar de forma lúdica, incentivando a aprendizagem através dos jogos e brincadeiras para que o aluno possa formar os conceitos de alfabetização matemática.
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